Um tom chamado Mãe

Um tom chamado Mãe

É uma palavra tão doce, tão completa, carrega em si um apego tão grande, que quando a gente fala, é meio que um grito pro mundo inteiro, um grito porque é como se todas os lugares soassem esse som em meio a um pedido de licença pra gente ouvir, de tanta gentileza que é falar essa palavra em qualquer tom.
Porque ela tem tamanho pequeno, mas tem um peso gigante, ela representa o lado doce e bom da vida, doce de tão bom que é falar repetidas vezes, falar várias vezes com um soar leve, leve que é como se a gente mesmo que no parecer de um grito, ainda sim estivesse falando “baixin”…
Eu me ouço com essa singularidade de reflexões sobre alguém que descrevo numa palavra vinda por uma extrema sensibilidade, pois eu não sei pensar em outro alguém se não nela, a minha personificação de mãe.
Sim, ela, essa alma boa que o universo me enviou, aonde para qual na verdade o universo me preparou, preparou quando foi me confiado conhecê-la, pois não há amor mais verdadeiro do que aquele do coração para o útero e do útero para os braços de um embalar de colo, de um embalar de abraço!

Te amo meu grande talismã!

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