AS LUZES DA CIDADE

O que é tão lindo na inocência de uma criança, é que ela não mensura valor, por isso, por não mensurar é que a forma com que olha as coisas é tão verdadeiro!

Uma recordação da minha infância…

Eu morei no sítio até meus 19 anos, e apesar de gostar muito de lá, amava vir pra cidade à noite assistir as luzes que se estendiam ao iluminar aquele universo, um espetáculo na escuridão.

Olhando pela janela do meu transporte resolvi escrever sobre essa visão gostosa que guardei da infância, é incrível como é constante lembrar daquela sensação em que esse universo de luzes era um despertar para meu semblante ao incrível.

Melhor ainda era quando chovia, pronto, aquela leveza de gotas ao tilintar no vidro em meio às luzes da cidade, que cenário, que calmaria, então por segundos a felicidade, o fascínio pode ser mensurado numa constância de ver o mundo com outros olhos, com sentimento tudo fica mais que lindo, fica mágico!

Engraçado pensar sobre, consigo recordar, mas tenho a ciência de que é diferente, algo mudou, virei adulta, ganhei responsabilidades e essa maturidade que tenho hoje me cega para percepção que possuía antes!

Sorte que em algum momento guardei as lembranças, rico tesouro para quem tem, guarde as bem, bem e com carinho de quem sentiu a magia!

Me conte você, o que sua infância te permitiu olhar de bom com outros olhos?

Obrigada mais um vez por ler, hoje foi sobre os sentimentos de uma (versão mini) tagarelinha de plantão!

PONTUANDO A FASE DOS VINTE

Já passou pela cabeça de vocês o porquê de algo acontecer rápido demais quando não esperamos e outras num processo muito lento quando esperamos que seja rápido?

Pois é,geralmente quando queremos algo, a expectativa é tamanha que a “a falta de saco” por paciência não contribui!

Não é que exista idade certa, mas algumas regras que nos fazem acontecer num melhor momento, não da pra forçar nada quando a força esta negativa. Mas…

Assim tem sido minhas escolhas que vão se formulando e vou escolhendo qual o determinante para me aproximar do que quero. Isso é a construção de um projeto, ou o que fazemos para dar andamento a nossos ideais.

Tenho refletido bastante sobre isso, ao que talvez me leve a acreditar que seja a tal fase dos vinte, aonde não importa o que você faz ou faça, tudo vai te levar para os projetos que quer realizar e a estabilidade futura para os trinta que deseja construir.

É realmente um instante de pontuar, de inserir metas e batê-las o quanto antes, porem vem aquela tal passagem que demora e como toda pessoa “elétrica” eu quero ver acontecer o mais rápido possível.

Espera; pausa; calma… Palavras que me afetam inconscientemente, por que ser assim? Por que não ser?

Arriscar sem temer? Ou Arriscar e precaver? Dizem que o medo te exprime das realizações, mas não tê-lo te faz cometer grandes erros! Não é errando que se aprende? E como errar sem ultrapassar a aversão ou as barreiras. Difícil! E quem disse que seria fácil? Afinal, “Rapadura é doce, mas não é mole não!”… 

“Cá pra nós”… Vai me dizer que você nunca teve brisa sobre coisas desse gênero, sobre o que já passou o que conseguiu e o que busca conseguir? Sobre quem você foi e como foi mudando no decorrer de tudo alem dos erros os acertos e que mesmo com uma segunda chance TALVEZ não mudasse nada… 

Vai me dizer que se tudo fosse fácil iria dar o mesmo valor para o que conseguiu… Porque na realidade o difícil nos ensina o sabor da conquista, nos coloca diante a desafios maiores e quando somos quem a esta realizando a gratificação é maior, pois fomos o motivo e a certeza de uma capacidade presente e bem aproveitada.

Pense nisso, pense sobre isso! Reflita, pontue e conquiste!