Vou ali como Napoleão, desbravar um novo canto!

Tu é força em meio ao desequilíbrio, tu precisa ser paz, não se arme de coisas ruins, respire, inspire, sinta, filtre energias positivas e se regenere, se desconecte do que te prende, diminua a bagagem, quem parte com pouca mala tem mais oportunidades de voltar com novidades.

Tenha espaço, de espaço, se permita ser o desconhecido, nem todos precisam saber de você ou assim você de todos, se sabe, esqueça, como eu disse, muitas bagagens apenas atrasam…

Comece hoje, um verdadeiro expectador vê através, veja através de varias ângulos:

O por do sol é o mesmo, mas em cada lugar ele tem um brilho diferente, deve ser por isso que amo mudar, preciso deixar novas pegadas, estou pronta para conquistar outras bagagens, então tenho mais, mais uma viagem para ir, sem medo, uma aventura que aos vinte e tantos ou quase trinta, eu já percebo, tantas roupas, tanto do que não preciso, por isso, vou ali como Napoleão veio aqui, vou desbravar um canto, um canto novo vou inventar e chamar de minha melodia, quem sabe vira, como vira a roda gigante…

Que sintonia, quem sabe quando ela parar de rodar, quem ficar lá em cima possa ler um trecho de raios e beleza, no mesmo banco do topo na roda gigante você talvez possa presenciar um novo/velho por sol num espetáculo da natureza.

O UNIVERSO RESPIRA TONS E A FOTOGRAFIA OS ENTREGA

Sabe aquela sensação de que mesmo que sempre tenha estado ali, foi possível ver só agora…

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Chega de dizer ao mundo que não é capaz, faça igualmente como o sol, nasça quantas vezes for preciso, de um show mesmo sem plateia…

Nem sempre as pessoas param admirar o nascer do sol ou o seu se por, mas quer saber, está tarde eu parei e valeu cada segundo de admiração ao vê-lo se despedir com tanta luz própria.

Que falta faz acordar de bem com a vida, com positividade e certeza do que se vai fazer, abre a boca para  lamuriar que a vida está difícil, mas para agradecer por mais um dia, imagine! Difícil saber o que fazer num universo “sem pausa”, “sem brilho”… Sem brilho?

Pare! Acorde as 6, vista seu melhor sorriso e vai ver o sol nascer, coloque sua melhor musica e dance, a vida acontece todos os dias…

Quando eu fotografo sinto esse mundo, é como se eu dançasse a melhor musica, porque nesse universo você respira com a maior naturalidade aquilo que esta presente e nem todos veem por estarem presos ao processo de correria do cotidiano.

Todos podem ter uma visão exclusiva do que é belo, mas uma câmera em mãos e um click no momento exato apenas atrai esse processo memorativo a ser mais que apenas uma recordação, é um momento que ganha um ciclo a ser transmitido em gerações.

Somos o estudo vivo da alma, quem fala sempre conta algo, descreve e respira o que habita de si, mas no fundo uma imagem simplifica o que não somos capazes de ouvir, o ser humano tem um hábito incrível de que quanto mais se tem, menos se observa e quando para não ouve os detalhes porque está fissurado por um eco de si próprio.

A fotografia tem um encaixe perfeito com a ressalva de uma imensidão de palavras, com o que é belo e real, não há necessidade de descrição porque nela se expõe algo ainda maior, há quem veja e sinta como se estivesse lá, outros estiveram! E isso faz com que um momento de segundos possa vir a ser eterno.

Há tantos “Por do Sol”, mas este em especial me fez pensar em quantas vezes ele está ali se repetindo deslumbrante mente e quase nunca há alguém para admirá-lo, mas ainda sim ele está ali se reproduzindo seja em dias como este, seja atrás de algumas nuvens ou sobre dias chuvosos.

Um estalo de segundos que se tornou eterno… 

Porque a fotografia eterniza!